O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, declarou na
segunda-feira que seu governo consideraria restrições de visto contra
funcionários e outros cidadãos de Uganda por violações dos direitos humanos,
após o país africano promulgar uma lei que pune os infratores da
homossexualidade com até pena de morte.
Blinken anunciou que deu instruções ao Departamento de
Estado para atualizar as recomendações de viagem ao país para cidadãos e
empresas americanas, além de considerar "restrições de visto existentes
contra funcionários de Uganda e outras pessoas por abuso dos direitos humanos
universais".
A declaração de Blinken ocorre após o presidente Joe Biden
condenar a nova lei ugandense contra a homossexualidade. Biden alertou que
Washington poderia impor "sanções e restrição de entrada aos EUA contra
qualquer pessoa envolvida em graves violações dos direitos humanos ou
corrupção" no país africano, além de avaliar as implicações da lei
"em todos os aspectos do envolvimento dos EUA com Uganda".
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