Pedro Sanchez
Nas eleições autonômicas e municipais da Espanha no domingo, 28 de maio, o Partido Popular (PP) conseguiu conquistar pelo menos seis das dez comunidades autônomas que o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) havia governado desde 2019. Entre os resultados destacados, Isabel Díaz Ayuso, do PP, foi reeleita como presidente da Comunidade de Madri após quatro anos de governo.
O avanço da direita se manifestou em Aragão, Ilhas Baleares, Cantábria, La Rioja, Extremadura e Comunidade Valenciana, o que levou o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, a anunciar eleições antecipadas programadas para o dia 23 de julho.
O mapa autônomo se tingiu de azul com o avanço do Partido Popular, embora em algumas províncias seja necessário o apoio da Vox para alcançar a maioria absoluta. O PSOE se posicionou como a força mais votada em Castilla-La Mancha, Astúrias e Canárias, embora nesta última precise de apoio para governar.
A Comunidade de Madri reelegeu Isabel Díaz Ayuso com 47,3% dos votos, e José Luis Martínez-Almeida, do PP, venceu a prefeitura. Em outras comunidades, o PP obteve 35,5% em Aragão, 35,4% na Comunidade Valenciana, 42,8% em Múrcia, 45,4% em La Rioja, 35,8% em Cantábria e 35,8% nas Ilhas Baleares.
O PSOE obteve vantagem em Astúrias com 36,5%, em Extremadura com 39,9%, em Castilla-La Mancha com 45,1% e nas Ilhas Canárias com 27,2%.
Em Navarra, o partido União do Povo Navarro (UPN) obteve a maioria dos votos com 27,9%, seguido pelo PSOE com 20,7%.
Resumindo, o Partido Popular foi o partido mais bem-sucedido
nas eleições autonômicas de 2023 na Espanha, enquanto o PSOE também obteve
vitórias em algumas regiões. Como resultado, foram convocadas eleições gerais
antecipadas para o dia 23 de julho.
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